domingo, 20 de junho de 2010


Desenho industrial
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Foi proposta a fusão deste artigo ou secção com: Design de produto. (Pode-se discutir o procedimento aqui)

iPod, um marco do desenho industrial moderno.
Índice[esconder]
1 Definição
2 Prazos legais
3 Histórico
4 Ver também
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[editar] Definição
O Desenho Industrial lida com aspectos da funcionalidade e da estética na produção de bens e objetos em escala industrial. É o desenho industrial que, durante o processo de desenvolvimento do produto - e mesmo nos momentos de sua existência que exigem uma revisão de seus conceitos - procura harmonizar o objeto e suas funções e contextualizações de uso específico ao bem estar e ao prazer de quem vai usá-lo, procurando, ampliá-lo para além da sua destinação apenas funcional.
Bens podem se tornar mais desejados apenas com alterações em sua abordagem de desenho industrial.
O senso comum costuma perceber o desenho industrial apenas pelas suas intervenções estéticas, reduzindo a complexidade de sua atuação apenas a uma de suas buscas: o aperfeiçoamento da forma. Entretanto, mesmo criando e consolidando a atratividade estética do objeto, o desenhista industrial garante a associação da forma à função desse objeto. E, em um processo de retroalimentação, as intervenções do desenho industrial no produto acabam, inclusive, por otimizar suas funções.
Na construção de um produto, o Desenho Industrial leva em conta valores estéticos que possam ser aliados aos aspectos de funcionalidade do mesmo, permitindo seu melhor posicionamento no mercado. O desenhista industrial cria e executa soluções para problemas relacionados à utilidade e à forma dos produtos industriais, sem perder de vista o mercado.
[editar] Prazos legaisO registro de desenho industrial vigorará pelo prazo de 10 (dez) anos e admite 3 (três) prorrogações por períodos sucessivos de 5
(cinco) anos cada. O pedido de prorrogação deverá ser formulado durante o último ano de vigência do registro.
[editar] Histórico
Mesmo estando presente em vários momentos da história da civilização, como busca da união da estética dos objetos às suas funcionalidades, a utilização das práticas do que viria a se tornar o desenho industrial tomou corpo no momento da história da civilização identificado como Revolução Industrial, em meados do século dezenove. Entretanto, como disciplina, o Desenho Industrial como se concebe hoje em dia surgiu na primeira década do século vinte, no meio cultural e industrial alemão.
É na Alemanha que em 1907 surge o Deutscher Werkbund, um movimento fundado por um grupo de arquitetos e empresários alemães ligados anteriormente a Jugendstil, que tinha entre seus fundamentos o entendimento de que a indústria era parte dos novos tempos e, era através dela e da melhoria na qualidade dos seus produtos que a humanidade poderia chegaria a um mundo melhor.
Os mesmo intelectuais, propósitos e fundamentos que nortearam a Deutscher Werkbund, fundaram em 1929 a famosa escola Bauhaus de arquitetura e artes.
Além de seus aspectos revolucionários de vanguarda estética, a Bauhaus representava um esforço da industria alemã para integrar aspectos de melhorias formais às técnicas de produção industrial em massa da Alemanha, buscando, com isso, diferenciar seus produtos, tornando-os mais competitivos frente à invasão de produtos industriais estadunidenses e ingleses.
Atualmente é impossível pensar em um produto industrial desprovido, na sua concepção, de uma abordagem em seus aspectos de desenho industrial.
Por seu entendimento mais estético, no Brasil, tradicionamente, as escolas de desenho industrial sempre estiveram associadas aos departamento de artes das universidades e faculdades. A primeira experiência fora desse contexto ocorreu na Universidade Federal de Campina Grande - UFCG, na Paraíba, que, em 1979, criou um curso de Desenho Industrial dentro de um centro de tecnologia.

Turismólogo
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O Turismólogo é o profissional de nível superior que conhece, analisa e estuda o turismo em sua totalidade. Embora a profissão não seja reconhecida pelo Ministerio do Trabalho e do Turismo brasileiro, muitas pessoas procuram bacharelado nessa area.
Índice[esconder]
1 Surgimento do Termo
2 Campos de Estudo e Atuação
3 Ver também
4 Ligações externas
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[editar] Surgimento do Termo
O termo Turismólogo surgiu no início dos anos 70, com o intuito de normartizar uma categoria de profissionais da área de turismo que não possuem reconhecimento pelo mercado.
Nesse contexto, surge o turismo como um novo curso, valorizando o pensar turístico e suas possibilidades. Atualmente, foram encerrados centenas de cursos superiores em Turismo no Brasil, ficando aquelas que contribuem de certa forma com o pensar turístico há anos, haja vista, o aumento de publicações sobre o "pensar turistico" de Mestres e Doutores em Turismo.
Turismólogo/Bacharel em Turismo = (graduados em Cursos Superiores em Turismo)
[editar] Campos de Estudo e Atuação
Das possíveis atribuições do Turismólogo, este deve se mostrar apto, por exemplo, a:
Elaborar políticas de Turismo municipais, estaduais, nacionais, internacionais, transregionais e transacionais.
Elaborar o planejamento do espaço turístico;
Analisar e elaborar planos para o desenvolvimento do turismo de uma forma consciente; baseando-se em fatores sociais, culturais e econômicos presentes em cada região;
Elaborar e coordenar trabalhos técnicos, estudos, pesquisas e projetos em diferentes áreas do turismo (sobretudo academicamente);
Coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas vocacionadas para o turismo;
Coordenar áreas e atividades de lazer para o público em geral;
Coordenar e orientar projetos de treinamento e/ou aperfeiçoamento de pessoal, em nível técnico ou de prestação de serviços, além de planejar e organizar eventos e viagens.
Simplificado, este é o trabalho idealizado que se espera do turismólogo e que, freqüentemente, não é compatível com a realidade do mercado. O turismólogo deve estar preparado para atuar em qualquer área do turismo, porém a abrangência da atividade requer deste alguma especialização, caso queira se destacar.
Mais factível, por exemplo, é a presença do Turismólogo em áreas menos executivas-coordenativas e mais subordinadas, ainda que gerenciais ou, ao contrário, quando este se torna empreendedor, em geral, de pequenos negócios. Daí sobretudo encontrarem-se em funções tais como:
Lecionar nas inúmeras instituições (sobretudo as privadas) de ensino superior que oferecem o curso de turismo, notadamente no Brasil;
Atender a turistas, fornecedores e consumidores em geral em hotéis, estabelecimentos de A&B e entretenimento, agências e operadoras, aeroportos, bureaux e centro de convenções e eventos diversos;
Vender produtos e serviços turísticos os mais diversos seja autonomamente ou como encarregado no setor comercial em que esteja empregado;
Realizar as mais diversas tarefas em qualquer atividade que tenha algum envolvimento com o fluxo de veranistas e a dinâmica multidisciplinar e multidimensional do fenômeno turístico.
O Turismo como atividade econômica tem se mostrado um importante gerador de renda. Porém para que possa gerar seus efeitos positivos deve ser planejado de forma a não acarretar a degradação do meio ambiente ou a concentração dos benefícios gerados por grandes grupos econômicos, daí a importância do planejmanento da atividade por um profissional habilitado. A tendência é que com o crescimento da atividade, os turismólogos alcancem posição de destaque e ocupem cargos mais elevados nas organizações às quais pertencem ou sejam proprietários

Publicitário
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O publicitário é contratado para comunicar a imagem de seus clientes, através de estratégias elaboradas sob técnicas e pesquisas. Deve atuar dentro dos limites propostos pelo contratante, o que inclui verba disponível e objetivos desejados. Ao profissional de publicidade cabem duas linhas de raciocínio: a técnica e a cultural, que juntas atingem os objetivos delimitados. Assim a publicidade alcança o público-alvo através desta união:arte + informação.
Um bom publicitário sabe persuadir, convencer o consumidor de forma inovadora, a adquirir o que está sendo sugerido e a pensar como o público-alvo para traçar o planejamento de campanha de forma apropriada e estruturada. Está sempre antenado aos acontecimentos do mundo e não é preconceituoso, pois para esta profissão é preciso conhecer de tudo e todos: pessoas de todos os lugares e classes sociais e informações de relevância variada.
[editar] Atuação
Para que a atividade seja bem realizada em sua totalidade é preciso que o trabalho seja feito em conjunto, afinal, dentro do setor de publicidade existem várias áreas de atuação. Como foi dito anteriormente, uma mente cheia de criatividade é pouco aproveitada se junto a ela não existirem conceitos e embasamento teórico.
Atendimento
Inicia-se o trabalho com as funções deste setor, que é a "ponte" entre o cliente e a agência. É este profissional quem realiza a comunicação entre ambos. Também é o responsável por fiscalizar o andamento do trabalho e verificar se está de acordo com os desejos do cliente. É ele quem faz o briefing do contratante.
Tráfego
Trabalha com o setor de atendimento, pois cuida da organização da campanha, verificando prazos de entrega e andamento dos trabalhos. É envolvido com todos os setores de produção.
Planejamento
Organiza e define as atividades a serem realizadas para este cliente ao longo do tempo de contratação com base na verba disponibilizada. O briefing é o principal instrumento de trabalho, pois nele estão inseridas informações detalhadas sobre o funcionamento da empresa, bem como esta se encontra no momento em que o planejamento é feito e quais as intenções do cliente com a campanha.
Pesquisa
Os integrantes desta equipe devem verificar como está o mercado para determinado segmento, avaliar concorrentes e oportunidades. Também deve averiguar os gostos do público-alvo definido e adicionar à pesquisa informações consideradas relevantes.
Promoção
A este profissional cabe a tarefa de definir a promoção mais adequada à campanha. O trabalho é minucioso e sua execução é de curta duração, por isso deve ser muito bem elaborado para que não ocorram falhas durante seu cumprimento.
Assessor de comunicação
Permite o relacionamento entre a empresa e o público através de estratégias definidas conforme os objetivos do cliente.
Diretor de criação
Coordena todo o processo de criação junto ao redator e diretor de arte. É quem autoriza as sugestões destes setores e direciona as campanhas para que estejam condizentes com o briefing.
Diretor de arte
Profissional de criação especializado em desenvolver a parte visual e gráfica das peças publicitárias, projeção e execução de comerciais, incluindo cenografia, figurinos, objetos de cena.
Produção gráfica
O produtor gráfico é quem materializa, define a melhor forma de produção e realiza o orçamento das peças criadas para a campanha. Seu trabalho se inicia após definições do diretor de criação.
Redator
O redator cria slogans, textos, títulos, ou seja, toda a parte textual da campanha é de responsabilidade deste profissional. Para a redação não bastam boas ideias, é preciso conhecer o que antecede a criação de um texto, como formas de persuasão, por exemplo.
Fotógrafo
O fotógrafo de publicidades é especialista em técnicas que tornam a concepção do produto mais atrativa dentro de seus objetivos. Na pós produção o fotógrafo pode utilizar de recursos gráficos para a finalização do trabalho, quando necessário.
Mídia
Através de pesquisa sobre o público-alvo, o responsável pelo setor de mídia define quais serão os veículos utilizados, horários adequados e frequência de veiculação do material a ser divulgado. Tudo de acordo com a verba disponibilizada pelo cliente.
New media
Voltado a um público de características específicas, onde mídias convencionais não são consideradas atrativas. Trabalha-se com a internet, principalmente, e mídias que são criadas a partir de necessidades.
RTVC
Cuida da produção de peças publicitárias para mídias audiovisuais, como rádio, cinema e televisão. Este profissional atua na produção, gravação e edição.

Barman
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1897
Barman é uma palavra inglesa, quer dizer homem do bar, e se refere ao profissional que trabalha em estabelecimentos servindo bebidas alcoólicas aos seus clientes, mais freqüentemente em bares. Não há registros da origem desta função, mas acredita-se que deva ser uma profissão muito antiga e que remonte ao tempo das tavernas. Em 1950 foi criada a International Bartenders Association (IBA), que estabelece normas de conduta à categoria.
Índice[esconder]
1 História recente
2 Estilo
2.1 O Bartender Clássico
2.2 O Bartender Free Style
3 Ligações externas
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[editar] História recente
Nos anos 30, a população norte-americana sofria os efeitos da crise econômica de 1929 dentre eles, o desemprego. Com a auto-estima afetada, a população abusava de medicamentos e do álcool, o que elevou a taxa de suicídios e trouxe sérios problemas à saúde pública. Com isso, o governo norte-americano implantou uma medida intitulada "Lei Seca" que proibia a produção, o comércio, e por fim, o consumo de toda e qualquer bebida alcoólica dentro do país. Essa medida tornou-se uma lei.
Contudo, o consumo de álcool não cessou. O negócio das bebidas ilegais foi parar nas mãos da Máfia que contrabandeava e comercializava a mercadoria ilegal utilizando-se de sua forte imponência social, poder de fogo, privilégios políticos e por meio de corrupção policial.
Nessa época, os bares ilegais eram montados em porões secretos e barrados por portas de aço. Nesses locais, conhecidos como "speak case" ("falem baixo"), a bebida era vendida livremente. Um homem de confiança da Máfia era o homem do bar, reponsável pelas preciosas bebidas e também pelo sigilo e segurança econômica do bar.
Além de toda responsabilidade organizacional, o barman era um jogador, dissimulado, elegante e discreto, além de precisar de raciocínio rápido e criatividade. Conta-se que em certa batida policial a um desses porões, o barman, antecipando-se à chegada dos oficiais, adicionou uma porção de suco de laranja aos copos de vodka que estavam sendo servidos naquela noite. Uma vez que lhe perguntam do que se tratava a bebida de cor amarela ele responde convictamente: suco de laranja!
Ele não só salvava seu bar, mas também dava origem ao que hoje conhecemos como coquetelaria. Hoje, o barman é um alquimista moderno.
[editar] Estilo
[editar] O Bartender Clássico
Ele conhece a origem das bebidas, sua composição, suas propriedades, sua história, suas características, seus efeitos no organismo e seu infinito potencial gastronômico. Sabe como preparar os diversos coquetéis internacionais e criar suas próprias receitas, bem como decorá-las e oferecê-las. São geralmente profissionais com mais tempo no segmento (como Paulo Jacovos) e lideram a brigada operacional do bar. Trabalham em trajes sociais, e freqüentemente falam mais de um idioma, o que os favorece em uma carreira internacional, por também se adequarem aos formatos de restaurantes de alta gastronomia, hotéis internacionais, "pubs", "piano bar's" e navios de cruzeiro.
[editar] O Bartender Free Style
Geralmente iniciantes na carreira, o barman free-style ou bartender, explora sua imagem jovem como um atrativo, bem como a possibilidade de agregar habilidades à essa imagem. Hoje em dia, os bartenders treinam malabarismo, pirofagia, acrobacia, e mágica. Dentre essas habilidades, o malabarismo com as garrafas, ou flair, atinge grande popularidade e já existem diversos torneios ao redor do mundo que premiam os melhores desempenhos.
Seu conhecimento em coquetelaria é básico e se resume a combinar refrigerantes e sucos às bebidas alcóolicas, bem como servir de forma dinâmica as bebidas de domínio público jovem como as vodkas ice e os energéticos. Vestem-se de forma a agradar ou impressionar o público alvo da casa, usando boinas, bandanas, faixas, pulseiras, piercings e penteados modernos. Trabalham geralmente em boates, baladas, shows, casas noturnas e eventos em geral.

terça-feira, 15 de junho de 2010











1. Que é Segurança do Trabalho ?

Segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador.

Area de Estudo da Engenharia de Segurança
A Segurança do Trabalho estuda diversas disciplinas como Introdução à Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas, Equipamentos e Instalações, Psicologia na Engenharia de Segurança, Comunicação e Treinamento, Administração aplicada à Engenharia de Segurança, O Ambiente e as Doenças do Trabalho, Higiene do Trabalho, Metodologia de Pesquisa, Legislação, Normas Técnicas, Responsabilidade Civil e Criminal, Perícias, Proteção do Meio Ambiente, Ergonomia e Iluminação, Proteção contra Incêndios e Explosões e Gerência de Riscos.

O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os empregados da empresa constituem a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
Equipe de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho

Leis de Segurança do Trabalho
A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil, a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.

2. Porque minha empresa precisa contituir equipe de Segurança do Trabalho?
Porque é exigido por lei. Por outro lado, a Segurança do Trabalho faz com que a empresa se organize, aumentando a produtividade e a qualidade dos produtos, melhorando as relações humanas no trabalho.

3. Que é acidente de trabalho?
Acidente de trabalho é aquele que acontece no exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional podendo causar morte, perda ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Equiparam-se aos acidentes de trabalho:

  1. o acidente que acontece quando você está prestando serviços por ordem da empresa
    fora do local de trabalho
  2. o acidente que acontece quando você estiver em viagem a serviço da empresa
  3. o acidente que ocorre no trajeto entre a casa e o trabalho ou do trabalho para casa.
  4. doença profissional (as doenças provocadas pelo tipo de trabalho.
  5. doença do trabalho (as doenças causadas pelas condiçoes do trabalho.

O acidente de trabalho deve-se principalmente a duas causas:

I. ato inseguro
é o ato praticado pelo homem, em geral consciente do que está fazendo, que está contra as normas de segurança. São exemplos de atos inseguros: subir em telhado sem cinto de segurança contra quedas, ligar tomadas de aparelhos elétricos com as mãos molhadas e dirigir a altas velocidades.
Ato Inseguro
II. Condição Insegura
é a condição do ambiente de trabalho que oferece perigo e ou risco ao trabalhador. São exemplos de condições inseguras: instalação elétrica com fios desencapados, máquinas em estado precário de manutenção, andaime de obras de construção civil feitos com materiais inadequados.
Ambiente Inseguro
Eliminando-se as condições inseguras e os atos inseguros é possível reduzir os acidentes e as doenças ocupacionais. Esse é o papel da Segurança do Trabalho.

4. Onde atua o profissional de Segurança do Trabalho?
O profissional de Segurança do Trabalho tem uma área de atuação bastante ampla. Ele atua em todas as esferas da sociedade onde houver trabalhadores. Em geral ele atua em fábricas de alimentos, construção civil, hospitais, empresas comerciais e industriais, grandes empresas estatais, mineradoras e de extração. Também pode atuar na área rural em empresas agro-industriais.

5. O que faz o profissional de Segurança do Trabalho?

Símbolo da Engenharia de Segurança
O profissional de Segurança do Trabalho atua conforme sua formação, quer seja ele médico, técnico, enfermeiro ou engenheiro.O campo de atuação é muito vasto. Em geral o engenheiro e o técnico de segurança atuam em empresas organizando programas de prevenção de acidentes, orientando a CIPA, os trabalhadores quanto ao uso de equipamentos de proteção individual, elaborando planos de prevenção de riscos ambientais, fazendo inspeção de segurança, laudos técnicos e ainda organizando e dando palestras e treinamento. Muitas vezes esse profissional também é responsável pela implementação de programas de meio ambiente e ecologia na empresa.
O médico e o enfermeiro do trabalho dedicam-se a parte de saúde ocupacional, prevenindo doenças, fazendo consultas, tratando ferimentos, ministrando vacinas, fazendo exames de admissão e periódicos nos empregados.

6. O que exatamente faz cada um dos profissionais de Segurança do Trabalho?
A seguir a descrição das atividades dos profissinais de Saúde e Segurança do Trabalho, de acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações - CBO.



Engenheiro de Segurança do Trabalho - CBO 0-28.40

  • assessora empresas industriais e de outro gênero em assuntos relativos à segurança e higiene do trabalho, examinando locais e condições de trabalho, instalações em geral e material, métodos e processos de fabricação adotados pelo trabalhador, para determinar as necessidades dessas empresas no campo da prevenção de acidentes;
  • inspeciona estabelecimentos fabris, comerciais e de outro gênero, verificando se existem riscos de incêndios, desmoronamentos ou outros perigos, para fornecer indicações quanto às precauções a serem tomadas;
  • promove a aplicação de dispositivos especiais de segurança, como óculos de proteção, cintos de segurança, vestuário especial, máscara e outros, determinando aspectos técnicos funcionais e demais características, para prevenir ou diminuir a possibilidade de acidentes;
  • adapta os recursos técnicos e humanos, estudando a adequação da máquina ao homem e do homem à máquina, para proporcionar maior segurança ao trabalhador;
  • executa campanhas educativas sobre prevenção de acidentes, organizando palestras e divulgações nos meios de comunicação, distribuindo publicações e outro material informativo, para conscientizar os trabalhadores e o público, em geral;
  • estuda as ocupações encontradas num estabelecimento fabril, comercial ou de outro gênero, analisando suas características, para avaliar a insalubridade ou periculosidade de tarefas ou operações ligadas à execução do trabalho;
  • realiza estudos sobre acidentes de trabalho e doenças profissionais, consultando técnicos de diversos campos, bibliografia especializada, visitando fábricas e outros estabelecimentos, para determinar as causas desses acidentes e elaborar recomendações de segurança.



Técnico de Segurança do Trabalho - CBO 0-39.45

  • inspeciona locais, instalações e equipamentos da empresa, observando as condições de trabalho, para determinar fatores e riscos de acidentes; estabelece normas e dispositivos de segurança, sugerindo eventuais modificações nos equipamentos e instalações e verificando sua observância, para prevenir acidentes;
  • inspeciona os postos de combate a incêndios, examinando as mangueiras, hidrantes, extintores e equipamentos de proteção contra incêndios, para certificar-se de suas perfeitas condições de funcionamento;
  • comunica os resultados de suas inspeções, elaborando relatórios, para propor a reparação ou renovação do equipamento de extinção de incêndios e outras medidas de segurança;
  • investiga acidentes ocorridos, examinando as condições da ocorrência, para identificar suas causas e propor as providências cabíveis;
  • mantém contatos com os serviços médico e social da empresa ou de outra instituição, utilizando os meios de comunicação oficiais, para facilitar o atendimento necessário aos acidentados;
  • registra irregularidades ocorridas, anotando-as em formulários próprios e elaborando estatísticas de acidentes, para obter subsídios destinados à melhoria das medidas de segurança;
  • instrui os funcionários da empresa sobre normas de segurança, combate a incêndios e demais medidas de prevenção de acidentes, ministrando palestras e treinamento, para que possam agir acertadamente em casos de emergência;
  • coordena a publicação de matéria sobre segurança no trabalho, preparando instruções e orientando a confecção de cartazes e avisos, para divulgar e desenvolver hábitos de prevenção de acidentes;
  • participa de reuniões sobre segurança no trabalho, fornecendo dados relativos ao assunto, apresentando sugestões e analisando a viabilidade de medidas de segurança propostas, para aperfeiçoar o sistema existente.



Médico do Trabalho - CBO - 0-61.22

  • executa exames periódicos de todos os empregados ou em especial daqueles expostos a maior risco de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais, fazendo o exame clínico e/ou interpretando os resultados de exames complementares, para controlar as condições de saúde dos mesmos a assegurar a continuidade operacional e a produtividade;
  • executa exames médicos especiais em trabalhadores do sexo feminino, menores, idosos ou portadores de subnormalidades, fazendo anamnese, exame clínico e/ou interpretando os resultados de exames complementares, para detectar prováveis danos à saúde em decorrência do trabalho que executam e instruir a administração da empresa para possíveis mudanças de atividades;
  • faz tratamento de urgência em casos de acidentes de trabalho ou alterações agudas da saúde, orientando e/ou executando a terapêutica adequada, para prevenir conseqüências mais graves ao trabalhador;
  • avalia, juntamente com outros profissionais, condições de insegurança, visitando periodicamente os locais de trabalho, para sugerir à direção da empresa medidas destinadas a remover ou atenuar os riscos existentes;
  • participa, juntamente com outros profissionais, da elaboração e execução de programas de proteção à saúde dos trabalhadores, analisando em conjunto os riscos, as condições de trabalho, os fatores de insalubridade, de fadiga e outros, para obter a redução de absenteísmo e a renovação da mão-de-obra;
  • participa do planejamento e execução dos programas de treinamento das equipes de atendimento de emergências, avaliando as necessidades e ministrando aulas, para capacitar o pessoal incumbido de prestar primeiros socorros em casos de acidentes graves e catástrofes;
  • participa de inquéritos sanitários, levantamentos de doenças profissionais, lesões traumáticas e estudos epidemiológicos, elaborando e/ou preenchendo formulários próprios e estudando os dados estatísticos, para estabelecer medidas destinadas a reduzir a morbidade e mortalidade decorrentes de acidentes do trabalho, doenças profissionais e doenças de natureza não-ocupacional;
  • participa de atividades de prevenção de acidentes, comparecendo a reuniões e assessorando em estudos e programas, para reduzir as ocorrências de acidentes do trabalho;
  • participa dos programas de vacinação, orientando a seleção da população trabalhadora e o tipo de vacina a ser aplicada, para prevenir moléstias transmissíveis;
  • participa de estudos das atividades realizadas pela empresa, analisando as exigências psicossomáticas de cada atividade, para elaboração das análises profissiográficas;
  • procede aos exames médicos destinados à seleção ou orientação de candidatos a emprego em ocupações definidas, baseando-se nas exigências psicossomáticas das mesmas, para possibilitar o aproveitamento dos mais aptos;
  • participa da inspeção das instalações destinadas ao bem-estar dos trabalhadores, visitando, juntamente com o nutricionista, em geral (0-68.10), e o enfermeiro de higiene do trabalho (0-71.40) e/ou outros profissionais indicados, o restaurante, a cozinha, a creche e as instalações sanitárias, para observar as condições de higiene e orientar a correção das possíveis falhas existentes. Pode participar do planejamento, instalação e funcionamento dos serviços médicos da empresa. Pode elaborar laudos periciais sobre acidentes do trabalho, doenças profissionais e condições de insalubridade. Pode participar de reuniões de órgãos comunitários governamentais ou privados, interessados na saúde e bem-estar dos trabalhadores. Pode participar de congressos médicos ou de prevenção de acidentes e divulgar pesquisas sobre saúde ocupacional.



Enfermeiro do Trabalho CBO - 0-71.40

  • Estuda as condições de segurança e periculosidade da empresa, efetuando observações nos locais de trabalho e discutindo-as em equipe, para identificar as necessidades no campo da segurança, higiene e melhoria do trabalho;
  • Elabora e executa planos e programas de proteção à saúde dos empregados, participando de grupos que realizam inquéritos sanitários, estudam as causas de absenteísmo, fazem levantamentos de doenças profissionais e lesões traumáticas, procedem a estudos epidemiológicos, coletam dados estatísticos de morbidade e mortalidade de trabalhadores, investigando possíveis relações com as atividades funcionais, para obter a continuidade operacional e aumento da produtividade;
  • Executa e avalia programas de prevenções de acidentes e de doenças profissionais ou não-profissionais, fazendo análise da fadiga, dos fatores de insalubridade, dos riscos e das condições de trabalho do menor e da mulher, para propiciar a preservação de integridade física e mental do trabalhador;
  • Presta primeiros socorros no local de trabalho, em caso de acidente ou doença, fazendo curativos ou imobilizações especiais, administrando medicamentos e tratamentos e providenciando o posterior atendimento médico adequado, para atenuar consequências e proporcionar apoio e conforto ao paciente;
  • Elabora e executa ou supervisiona e avalia as atividades de assistência de enfermagem aos trabalhadores, proporcionando-lhes atendimento ambulatorial, no local de trabalho, controlando sinais vitais, aplicando medicamentos prescritos, curativos, instalações e teses, coletando material para exame laboratorial, vacinações e outros tratamentos, para reduzir o absenteísmo profissional; organiza e administra o setor de enfermagem da empresa, provendo pessoal e material necessários, treinando e supervisionando auxiliares de enfermagem do trabalho, atendentes e outros, para promover o atendimento adequado às necessidades de saúde do trabalhador;
  • Treina trabalhadores, instruindo-os sobre o uso de roupas e material adequado ao tipo de trabalho, para reduzir a incidência de acidentes;
  • Planeja e executa programas de educação sanitária, divulgando conhecimentos e estimulando a aquisição de hábitos sadios, para prevenir doenças profissionais, mantendo cadastros atualizados, a fim de preparar informes para subsídios processuais nos pedidos de indenização e orientar em problemas de prevenção de doenças profissionais.



Auxiliar de Enfermagem do trabalho

  • desempenha tarefas similares às que realiza o auxiliar de enfermagem, em geral (5-72.10), porém atua em dependências de fábricas, indústrias ou outros estabelecimentos que justifiquem sua presença.

Fonte: Código Brasileiro de Ocupação - CBO

Economizar Investindo em Segurança
7. Como minimizar os custos com a Segurança do Trabalho?
A melhor maneira de minimizar os custos da empresa é investir na prevenção de acidentes. Muitos empresários tem a idéia errônea que devem diminuir seus investimentos em equipamentos de proteção individual, contratação de pessoal de segurança do trabalho e medidas de segurança. O custo de um acidente pode trazer inúmeros prejuízos à empresa.
O acidente leva a encargos com advogados, perdas de tempo e materiais e na produção. Sabem-se casos de empresas que tiveram que fechar suas portas devido à indenização por acidentes de trabalho. Com certeza seria muito mais simples investir em prevenção e em regularização da segurança nesta empresa, evitando futuras complicações legais.
8. Na minha empresa nunca teve acidente de trabalho. Acho que investir em Segurança atualmente é perda de tempo.
Isso não é correto. Investir em segurança também vai aumentar o grau de conscientização dos empregados. Fazer treinamento de segurança vai melhorar o relacionamento entre eles. Se nunca aconteceu acidente não quer dizer que nunca vai acontecer. Já diz a Bíblia, "Vigiai e orai, pois não sabeis o dia nem a hora" . Nunca sabermos a hora que um acidente pode acontecer, por isso devemos estar sempre prevenidos.
É tempo de se investir em Segurança
9. Acho que meu dever como administrador de empresas e ou dono da empresa é contratar o serviço de segurança do trabalho da empresa e ponto final.
Errado. Em uma campanha de segurança da empresa toda a diretoria deve estar envolvida. De nada adianta treinar os funcionários, fazer campanhas, se a diretoria, a maior responsável pela empresa, não estiver envolvida e engajada com a Segurança do Trabalho. Se isso acontecer a empresa fica sendo acéfala, isto é, sem cabeça, sem coordenação, perdendo-se tudo o que foi feito, caindo a Segurança do Trabalho no esquecimento em poucos meses.
Segurança é dever de todos 10. O que fazer então se, sendo da diretoria da empresa, não sou profissional da área de segurança?
A primeira coisa a fazer é manter a mente aberta, conversar com os empregados, com o pessoal da área de segurança, participar do processo. Também é de muita valia assistir palestras e seminários, fazer cursos de atualização sobre gerenciamento, qualidade e meio ambiente. Em muitos desses cursos são ministradas tópicos envolvendo Segurança do Trabalho, que vem somar-se ao conhecimento necessário para fazer a empresa mais eficiente, segura, organizada e produtiva

terça-feira, 25 de maio de 2010


A Mecatrónica (português europeu) é uma área que utiliza as tecnologias de mecânica, eletrônica/electrónica e a tecnologia da informação para fornecer produtos, sistemas e processos melhorados, sendo uma das áreas mais novas da engenharia, bem como no nível técnico-profissionalizante, em todo o mundo. O domínio integrado dessas diversas tecnologias é o que se pode chamar de Sistemas Mecatrônicos. No Brasil, a Mecatrônica em nível superior é reconhecida pelo MEC como Engenharia de Controle e Automação.


Características
A mecatrônica enfatiza o gerenciamento e o controle da complexidade dos processos de indústrias modernas que exigem ferramentas sofisticadas para gerir em tempo real seus diversos processos integrados.
Segundo o Comitê Assessor para Pesquisa e Desenvolvimento Industrial da Comunidade Europeia (IRDAC) “Mecatrônica é a integração sinergética da engenharia mecânica com a eletrônica e o controle inteligente por computador no projeto de processos e de manufatura de produtos”.Em outras palavras, quer dizer que a mecatrônica é a junção da engenharia mecânica com eletrônica com um controle inteligente por computador, ou seja, é uma máquina que tem tanto partes mecânicas como partes elétricas e sensores que captam informações e as repassam para as partes mecânicas capazes de nos fornecer produtos, sistemas e processos melhorados.
Podemos considerar como um exemplo de sistema mecatrônico uma lavadora de roupas com porta-sabão automático. Esse porta-sabão sabe a quantidade de sabão que deve colocar em cada ciclo, pois ele "pesa" a quantidade de roupas que tem no cesto. Isso significa que ela sabe a quantidade de sabão a ser colocada porque existe um sensor abaixo do cesto da máquina que pesa a quantidade de roupas. Depois de pesar a roupa, um “computador” processa essa informação e nota quanto de roupa está dentro da máquina, então ele manda um comando para o atuador, que despeja a quantidade de sabão necessária para a lavagem correta.
A mecatrônica funciona como uma espécie de “futuro das engenharias”. Inicialmente, o curso tem disciplinas comuns a qualquer engenharia: cálculo, física, mecânica e elétrica básica. Na parte específica do curso, são introduzidas disciplinas que incluem circuitos lógicos, controle de sistemas mecânicos e automação industrial. Como várias das disciplinas do curso envolvem aspectos práticos e experimentais, elas naturalmente incluem aulas em laboratórios específicos.
Devemos também considerar no exercício da mecatrônica, conhecimentos aprofundados em materiais, suas ligas e propriedades físico-químicas. Tais características são fundamentais e determinarão a vida útil de um equipamento ou dispositivo mecatrônico. Desconhecer portanto as propriedades de um fluido lubrificante que ataca um determinado material certamente invalidará o dispositivo se estes foram combinados neste devido ao desgaste excessivo quando estiverem em contato.


Formação
A formação nesta área no Brasil pode ocorrer em nível técnico e superior, como é o caso do Técnico de nivel médio, Técnico em Mecatrônica, e nos cursos de nível superior que levam as mais diversas denominações como o Tecnólogo em mecatrônica e a Engenharia de Controle e Automação. O Ministério da Educação Brasileiro define o curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação como o que representa oficialmente esta formação.
As disciplinas mais comumente encontradas nos cursos de graduação em Engenharia de Controle e Automação ou Mecatrônica incluem:
Eletrônica/Eletricidade
Princípios de eletrônica
Eletrônica Digital
Microprocessadores e Microcontroladores
Amplificador Operacional
Eletrotécnica
Laboratório de Eletrônica/Microcontroladores/Atuadores
Física
Cinemática
Hidráulica
Pneumática
Ondas
Termodinâmica
Laboratório de Física
Estática aplicada a máquinas
Mecânica dos Fluidos
Modelagem e Simulação de Sistemas Dinâmicos
Eletromagnetismo
Automação
Robótica
Elementos de automação
Interfaces Eletromecânicas
Sistemas de Controle
Mecânica
Desenho Técnico Mecânico
Metrologia
Resistência dos Materiais
Dinâmica aplicada a máquinas
Elementos de Máquinas
Processos de Fabricação Mecânica
Controle Hidráulico e Pneumático
Laboratório Hidráulico/Pneumático
Matemática
Geometria analítica
Álgebra Linear
Cálculo diferencial e integral
Cálculo Numérico
Equações Diferenciais Ordinárias
Estatística
Computação
Introdução à Ciência da Computação
Ferramentas CAD: AutoCad, SolidEdge, SolidWorks, Catia
Ferramentas Matemáticas: Matlab, Scilab
Linguagens e Técnicas de Programação e Aplicações (Geralmente C/C++/Assembly)
Outros
Engenharia Ambiental
Projeto de Sistemas Mecatrônicos
Princípios de Economia
Princípios de Administração
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
Planejamento e Controle de Projetos
Química Geral
Química Experimental


Engenheiro mecatrônico
A engenharia mecatrônica não poderia existir se não fosse por esse aparentemente novo profissional, o engenheiro mecatrônico. Ele usa seus conhecimentos de Mecânica, Eletrônica e Informática para criar aparelhos de alta precisão, cada vez mais utilizados, depois da transformação que a revolução industrial causou.
Uma das grandes transformações pelas quais passou o mundo do trabalho na era moderna foi a expansão da informática em todos os setores produtivos, que tornou algumas funções obsoletas, podendo os trabalhadores destas funções serem substituídos pelas máquinas. O engenheiro mecatrônico está no centro dessas mudanças. Sua especialidade são as máquinas de alta precisão, que levam tecnologia para diversos setores da indústria.
É importante lembrar que no Brasil o título de graduação de Engenheiro Mecatrônico passou a ser regulamentado a pouco tempo sendo um curso ainda em disperssão, e encontrado em poucas faculdades por exigir laboratórios especializados e professores com alto nível de capacitação.
Área de atuação
Como a automação só irá se tornar mais presente nas fábricas e nas indústrias, a procura por esse tipo de profissional é crescente, principalmente na área de indústria automobilística.
Como a procura por essa profissão cresce, a área de atuação desse engenheiro também cresce, atualmente destacam-se o desenvolvimento de projetos de equipamentos inteligentes, projetos de linhas produtivas automatizadas, o desenvolvimento e implantação de softwares para a área industrial e o controle e manutenção de equipamentos.

terça-feira, 18 de maio de 2010


O que é ser um gastrônomo?
Gastrônomo é o profissional que se ocupa do refinamento das refeições, sejam alimentos ou bebidas. A gastronomia é um campo mais amplo que a culinária, justamente por não tratar só da preparação dos pratos, além disso, o gastrônomo deve cuidar da preparação do cardápio, selecionar ingredientes, escolher as bebidas que acompanham os pratos, garantir a boa apresentação do prato e do ambiente. O gastrônomo também deve dominar a arte de combinar ingredientes e elaborar pratos, mas, além disso, deve saber gerenciar e administrar uma cozinha controlando seus gastos, cuidando da negociação com os fornecedores, do pedido de produtos necessários, do armazenamento do estoque e coordenando o trabalho dos seus assistentes e auxiliares.
Quais as características necessárias para ser um gastrônomo?
Para ser um gastrônomo é necessário que o profissional entenda e goste da preparação dos alimentos e do gerenciamento de um estabelecimento, cuidando tanto da parte estética quanto da administrativa. Outras características interessantes são:
responsabilidade
higiene
assiduidade
capacidade de organização
bom senso estético
facilidade para lidar com as pessoas
metodologia
facilidade para lidar com questões administrativas
facilidade de misturar sabores
espírito de liderança
Qual a formação necessária para ser um gastrônomo?
Para ser um gastrônomo é necessário diploma de graduação em Gastronomia, que, geralmente tem a duração de dois a três anos. É um curso técnico, onde a maioria das aulas são práticas e os alunos passam muito tempo na cozinha com o objetivo de aperfeiçoar o manuseio dos equipamentos, dos alimentos e de receber orientação higiênica. Além disso, o aluno tem aulas de marketing, de administração e de organização de eventos e banquetes. Existem também cursos de especialização que podem ser feitos depois do curso, como o de Confeitaria e Panificação, de especialização em vinhos, em comidas típicas de diferentes regiões, em sobremesas, e muitos outros que ajudam a complementar o currículo do profissional. O domínio sobre uma língua estrangeira também é importante para que o profissional se destaque no mercado de trabalho.
Principais atividades
elaborar o cardápio
selecionar os ingredientes
trabalhar junto com o chefe de cozinha estabelecendo um parâmetro para o uso de temperos e para a mistura dos sabores
estabelecer a bebida a ser servida junto com cada prato e orientar a equipe responsável pelas bebidas
acompanhar a preparação do prato e coordenar o trabalho dos funcionários da cozinha
garantir a boa apresentação do prato
organizar o ambiente e garantir que os clientes se sintam à vontade
administrar a cozinha ou até mesmo o estabelecimento
Áreas de atuação e especialidades
O profissional pode trabalhar em diversos estabelecimentos ligados à área alimentícia. Os mais comuns são:
restaurantes: trabalha diretamente com a produção das refeições, exercendo a função de administrador do estabelecimento, de coordenador da cozinha e de gerenciamento de logística
empresas do setor alimentício: pode trabalhar no gerenciamento dessas empresas, estabelecendo o preço dos produtos, treinando funcionários, negociando com fornecedores, realizando os pedidos do estoque e armazenando os produtos. Pode também realizar o contato com os clientes
docência: pode trabalhar com o ensino na área de gastronomia, em instituições de ensino superior e, pode inclusive, ministrar seus próprios cursos, desde que sejam regularizados junto ao órgão competente
Mercado de trabalho
O mercado de trabalho para o profissional da gastronomia é amplo, pois o setor alimentício ganha força com o crescimento das cidades e com o desenvolvimento da economia. Para se destacar no mercado de trabalho é necessário que o profissional tenha interesse em se atualizar constantemente por meio de cursos, palestras e treinamentos. A especialização em alguma área da culinária também é recomendável, além do domínio sobre um idioma estrangeiro.
Curiosidades
Ao longo da evolução da sociedade, a alimentação passou por várias etapas, sendo vista pelos povos de diferentes formas. Após a Revolução Neolítica, quando o homem passou de caçador e coletor para agricultor, com a descoberta de técnicas agrícolas, a fixação a terra trouxe maior abundância de sabores. Tal fato desencadeou um crescimento demográfico e a conseqüente migração de pessoas para áreas não ocupadas com o objetivo de explorá-las. Nesse contexto as duas grandes exceções foram o Egito e a Mesopotâmia que se situavam em áreas muito férteis, graças aos rios que por ali passavam (Nilo no Egito e Tigre e Eufrates na Mesopotâmia). Foi assim que surgiu a forma mais primitiva de comércio, a base de trocas, pois as pessoas tinham que complementar suas alimentação com produtos que não produziam, portanto trocavam. Logo, o homem percebeu que podia associar ervas e plantas aromáticas aos alimentos para dar-lhes sabor e facilitar a conservação. Por isso, a busca pelas especiarias foi um dos grandes objetivos do final da Idade Média e início da Idade Moderna. As grandes navegações, com objetivo de chegar as Índias movimentaram a economia nessa época e possibilitaram o descobrimento de muitas outras regiões. Muitos gênios conhecidos também se voltaram a culinária, como Leonardo da Vinci, que inventou vários acessórios de cozinha, como o esmagador de alho, e regras de etiqueta, além de muitas novas receitas. Jean Anthelme Brillat – Savarin, em 1825, escreveu o primeiro tratado de gastronomia da história, a “Fisiologia do Paladar”, que considerava a gastronomia como arte ou ciência.
O salario minimo de um gastrônomo varia de R$2000 a R$3000